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domingo, 28 de outubro de 2007

Diário de bordo

Sim, eu estou vivo. Os motivos da ausência? Falta de tempo, trabalhos de sobra e outros probleminhas de ordem particular. Em resumo: estava muito, mas muito atarefado.

O consolo? Dentro de algumas semanas terei mais tempo livre. Aí, quem sabe, eu consiga criar alguma coisa mais criativa e botar o papo em dia com meus parceiros e amigos da blogosfera.

Esperança não falta.

Ah sim: essa semana Curitiba vai receber o show de uma das minhas bandas favoritas, os Arctic Monkeys (já comentei deles aqui no blog), que vão participar do Tim Festival. Como terei compromisso no dia (entenda-se por aula na faculdade), e não poderei ir (entenda-se por falta de dinheiro) só me resta de consolo ouvir um dos seus novos e últimos sucessos em casa.

Aproveitem o embalo e ouçam também a canção “Fluorescent Adolescent”, single do mais recente álbum da banda chamado “Favourite Worst Nightmare”.

Divirtam-se.

Até qualquer dia desses.

Um beijo no cérebro.

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Bons tempos

Quem teve a oportunidadade de desfrutar a infância no início da década de 90 deve se lembrar daquele que é um dos maiores ícones televisivos da época: Jaspion.
Não adianta negar, fingir que não entendeu, ou mudar de assunto: quem assisitiu um ou outro episódio desse herói japonês, certamente guarda uma pontinha de saudade. Se não de saudade, pelo menos uma curiosidade mórbida de tentar lembrar alguns dos detalhes da saga que se apagaram com o tempo em nossa memória. Esse era o meu caso.
Do herói me lembrava apenas do visual hi-tec, do robo gigante, de uma ou duas cenas marcantes, e da enorme empolgação que sentia quando tocava a trilha de abertura. Só isso.
Felizmente a tecnologia evoluiu, e com o fenômeno da Internet, procurar amostras desses momentos nostalgicos se tornou uma tarefa das mais simples. Nesse caso, é claro, o You Tube é uma mão na roda.
E caramba... fiquei pasmo! Coitadas das gerações que tiveram os Power Rangers como "heróis robóticos" de modelo. Nada se comparava aos ataques ninjas e as manobras acrobáticas produzidas pelo Jaspion. O cara era demais. Os efeitos especiais trash não deixam nada a dever as séries atuais. E a trilha sonora... ah, a trilha sonora! Um japa loco cantando melodias cretinas onde tudo que se compreende é "Jaspion". É demais. Impossível não ficar arrepiado ao ouvir aquela musiquinha que tornava minhas (nossas) tardes tão felizes.
Exagero? Duvido! Eu sei que você leitor, isso... você mesmo que está lendo essa babaquice, você já foi fã do Jaspion. Admita. Não adianta negar, fazer careta, ou rir da minha cara. Vocês são fãs tão saudosistas e hietéricos como eu fui.
Quer a prova? Assista a abertura da série e tente no dar uma risadinha de felicidade.

Depois disso, regenerado, lhes recomendo um bônus: o último episódio na íntegra. É ou não pra ficar rindo de orelha a orelha? Não sei como pude sobreviver todos esses anos sem a figura heróica desse monstro sagrado do entretenimento mundial.

E acredite: meu filho ainda a de se tornar um admirador do Jaspion e de suas aventuras. Eu prometo.